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domingo, 16 de maio de 2010

CONHEÇA MESQUITA!!!



Mesquita é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro, emancipado de Nova Iguaçu. Sua população, constituída basicamente de classe média, está estimada em cerca de 190.056 habitantes. O nome Mesquita é uma referência ao Barão de Mesquita, proprietário das fazendas que hoje constituem a região central do município. Mesquita conquistou sua emancipação no final da década de 1990, sendo o município mais recente da Baixada Fluminense. Faz parte da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

BANDEIRA DE MESQUITA.

BRASÃO DE MESQUITA.

COMO CHEGAR EM MESQUITA.



Trem:
Mesquita possui três estações de trem (sentido Central-Japeri) :


1. Estação Edson Passos: referência Campo do América, Cemitério Parque Jardim da Saudade; veja o mapa.
2. Estação Presidente Juscelino: referência Central dos Correios, Av. Marques Rollo;
veja o mapa .
3. Estação Mesquita: referência Prefeitura de Mesquita, Centro Comercial.



Sentido Rio- São Paulo

Avenida Brasil ,Rodovia Presidente Dutra - Entrada pelo Município de Belford Roxo

Sentido São Paulo - Rio
Rodovia: Pela Av. Presidente Dutra utilizar a saída de Belford Roxo - veja o mapa .

Metrô
Integração com linha Pavuna, Via Light.

Linhas de Integração:

651B - (Pavuna / Mesquita / Nilópolis),Via Light
Tempo de percurso: 30 min*

003 - (Pavuna / Nova Iguaçu), Via Light
Tempo de percurso: 30 min*


152B - (Pavuna / Nilópolis),Via Light
Tempo de percurso : 30 min*

141 - (Pavuna / Nova Iguaçu / Caxias), Via Light
Tempo de percurso: 30 min*

749L - (Pavuna / Nova Iguaçu / Morro Agudo), Via Light
Tempo de percurso: 35 min *



Linhas de ônibus:

Transmil

Nossa Senhora da Penha

Vila Rica/Mirante

Nilopolitano


Área Territorial. Urbana - 14,13 Km2 - Área Verde - 27,47 Km2 = Total - 41,6 Km2

Gleba Modesto Leal




A Gleba é uma área de lazer em meio a muito verde que atrai visitantes de vários municípios da baixada. Com 1.100 hectares de natureza, cultura e história. Em junho de 2004 foi oficializado o primeiro geoparque do Brasil. Localizado no Maciço do Gericinó, entre as serras de Madureira e do Mendanha o Parque abriga um vulcão extinto com 72 milhões de anos virando atração para os curiosos.

O casarão destinado ao Centro de Visitantes foi sede de fazenda no século XIX e é considerado o prédio mais antigo deNova Iguaçu. Para sua construção, com paredes de taipa-de-pilão e alicerces de pedra, foi usada a madeira tapinhoã, extinta há mais de 150 anos.

O Parque foi criado em 1998 para proteger a fauna, desde então sua beleza vem atraindo as pessoas que procuram tranqüilidade em meio à natureza. Lagos naturais, jequitibás, jacarandás, samambaiaçus, cedros, ipês, cachorro-do-mato, preguiças, saguis, tudo isso compõe a bela paisagem que o parque oferece. Na mata há quem afirme que ainda são encontrados madeiras do tipo cedro e o raro pau-brasil e que a Gruta da Pedra da Contenda, ou Pedra do Quilombo, que possivelmente serviu de esconderijo para escravos fugitivos. Coleiros, sanhassos, marias-pretas e caxinquelês voam pela mata que guarda um pouco da magia que encantou os portugueses na época do descobrimento do Brasil.

Ao lado da sede da Fazenda Dona Eugênia, encontra-se uma das mais belas paisagens da Gleba, a Cachoeira Véu da Noiva, também conhecida como Cachoeira Grande que deságua na Baía de Guanabara.

O principal acesso a Gleba Modesto Leal, é pela Avenida Brasil, que tem inicio em Mesquita e termina no alto da serra, ao lado da casa em ruínas do Conde Modesto Leal que construí a casa, que possuía até uma piscina feita de cimento, que hoje é utilizada por posseiros como tanque para criação de peixes. Caminhadas ecológicas, excursões, esportes radicais, passeios com a escola ou visitas com a família podem revelar grandes surpresas como mirantes com belas vistas. A Gleba fica aberta de terça a domingo das 8:00h às 16h.

quinta-feira, 13 de maio de 2010


O Parque Municipal de Nova Iguaçu é de Mesquita,é o primeiro geoparque do Rio de Janeiro. Este parque possui uma cratera vulcânica e tipos rochosos associados, além de remanescentes da Mata Atlântica. Mesquita também possui muitas cachoeiras e matas.

Há cerca de 500 anos, a região de Mesquita era habitada por jacutingas, apelido dado aos índios locais pelos colonizadores. Acredita-se que o nome possivelmente surgiu porque se enfeitavam com penas de jacu branco, um tipo de ave parecida com a galinha e muito comum na região naquela época.

A decadência dos jacutingas começou quando passaram a participar, junto com outras nações indígenas, de um movimento chamado Confederação dos Tamoios. O motivo deste movimento foi a revolta dos silvícolas diante da ação violenta dos portugueses, provocando mortes e escravidão.


Vila EmilNa língua do Tupinambás “Tamuya” quer dizer o avô, o mais velho, o mais antigo, por isso essa Confederação de chefes chamou-se Confederação dos Tamuya, que os portugueses transformaram em Confederação dos Tamoios.

A guerra entre índios e portugueses, seguida de doenças, contraídas pelo contato com o branco, dizimou centenas de índios, que lutaram para resistir à escravidão. O bairro de Jacutinga é o único em toda a Baixada Fluminense que ainda preserva a memória dos valorosos indígenas.

Fazendo uma viagem de volta ao tempo descobriremos que as terras já foram verdes, laranjas. Verde dos canaviais, depois a cor que passou a predominar foi a dos laranjais. Por volta de 1700 um engenho já funcionava na descida da Serra da Cachoeira, produzindo açúcar e aguardente com mão-de-obra escrava.


Édson PassosO engenho era situado onde hoje temos o Parque Municipal e seu proprietário era o Capitão Manoel Correa Vasques. As terras de Cachoeira passaram por vários donos, até que foram parar nas mãos de Jerônimo José de Mesquita, o primeiro Barão de Mesquita, e, mais tarde, nas mãos de seu herdeiro, Jerônimo Roberto de Mesquita, que viria a ser o segundo Barão de Mesquita.

Em 1884, quando a Estrada de Ferro chegou às terras, a parada de trem passou a se chamar Barão de Mesquita. Nessa época as fazendas começaram a não dar mais lucros, principalmente por conta do Abolicionismo, e a fazenda da Cachoeira foi vendida e transformada em chácaras de plantio de laranjas. No início do século XX surgiram as olarias, atraídas pela qualidade do barro e por áreas alagadas da região.

Durante muitos anos a paisagem de Mesquita foi formada por laranjais, olarias e poucas residências. Por volta de 1940 a população atingia cerca de 9.109 mil habitantes, mas a decadência na produção de laranjas provocou a venda das chácaras e começaram a surgir os primeiros loteamentos, entre o pé da Serra e a ferrovia. Pouco a pouco as olarias também deram lugar aos loteamentos e, em 1950, a população triplicou para 28.835 mil habitantes.

No final da década de 1940 e início dos anos 50 começaram a se estabelecer, em Mesquita, fábricas que ajudaram a impulsionar a economia da região: BRASFERRO, metalúrgica de grande porte, a IBT, também metalúrgica e a PUMAR, indústria de sombrinhas. Começava o período de industrialização que iria empregar centenas de moradores mesquitenses.

Em 1999, após uma batalha judicial que envolveu o Comitê Pró-Emancipação, a Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Nova Iguaçu, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro e o Supremo Tribunal Federal, este último decidiu pela emancipação de Mesquita do município de Nova Iguaçu.

Em 15 de setembro de 1999 é votado o Projeto de Lei da Emancipação e em 25 de setembro de 1999, o então governador Anthony Garotinho, sancionou a lei que cria o município de Mesquita.

As primeiras eleições da cidade ocorrem em 2000, saindo-se vitorioso José Montes Paixão, que fazia parte do Comitê pró-Emancipação. A cidade é instalada a 1.º de janeiro de 2001.